segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Repleto de tecnologias inéditas, projeto da NASA pretende capturar imagens que registram o nascimento do Universo.
Após décadas de serviço à humanidade, o famoso telescópio Hubble muito em breve deixará de ser uma referência no que diz respeito à captura de imagens espaciais. Com lançamento programado para 2018, o James Webb Space Telescope (JWST) é um instrumento que promete revelar vários detalhes da origem do universo, ao mesmo tempo em que pode enterrar de vez diversos projetos da NASA.
O dispositivo, cujo primeiro conceito foi desenvolvido em 1989 (um ano antes de o Hubble ser lançado), é a empreitada mais arriscada já feita pela agência espacial norte-americana. Ao todo, mais de 100 companhias espalhadas por todo o mundo colaboraram com a NASA, a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Canadense na criação do telescópio cujos custos já ultrapassaram a casa dos 5 bilhões de dólares.
Neste artigo, reunimos tudo o que você precisa saber sobre o James Webb Space Telescope: objetivos, aparelhos utilizados e os novos materiais empregados em sua construção, entre outros detalhes. Após a leitura, não se esqueça de registrar suas opiniões sobre o assunto em nossa seção de comentários.
O sucessor do Hubble
“Geralmente, nos referimos ao James Webb Space Telescope como o sucessor do Hubble. Na verdade, ele não se trata de um substituto; seu objetivo é dar a próxima e mais profunda visão sobre o universo”, afirmou ao site PopSci John Decker, vice-diretor do projeto de desenvolvimento do JWST. “As imagens capturadas serão semelhantes, mas com uma qualidade muito maior”, complementa.
(Fonte da imagem: Divulgação/NASA)
O objetivo do projeto é estudar toda a história do Universo, incluindo desde os primeiros brilhos luminosos gerados após o Big Bang até a formação de sistemas solares capazes de gerar planetas com vida. Com isso, será possível comprovar diversas teorias astronômicas, algo que deve ter como consequência a criação de novas teses e a realização de experimentos científicos inéditos.
Para conseguir cumprir seus objetivos, o novo telescópio vai utilizar uma combinação de 18 segmentos individuais de espelhos capazes de se dobrar — algo necessário para que eles coubessem em um foguete espacial. No espaço, as diversas partes que constituem o dispositivo vão se rearranjar em um espelho com 6,5 metros de diâmetro.
Reprodução em tamanho real do telescópio (Fonte da imagem: Divulgação/NASA)
Em vez de usar vidro convencional, a principal superfície refletora do JWST emprega berílio em sua composição, um metal extremamente forte e leve, capaz de corroer a pele humana ao contato. O material é revestido por uma camada de ouro extremamente fina, responsável por aprimorar a reflexão de raios infravermelhos — para completar, diversos espelhos menores vão ser utilizados para direcionar a luz ao espelho central do aparelho.
Instrumentos
Além do espelho principal, o James Webb Space Telescope vai contar com diversos instrumentos em sua composição, incluindo câmeras fotográficas, espectrogramas e coronógrafos. Para que o telescópio funcione corretamente, será preciso que a equipe de engenheiros responsável por seu desenvolvimento seja capaz de fazer com que todas as suas partes funcionem bem tanto de maneira individual quanto trabalhando em conjunto. Confira abaixo os principais equipamentos presentes no telescópio:
- NIRCam — A principal câmera do JWST, responsável pela detecção de galáxias que são muito longínquas para que o Hubble possa registrá-las;
- MIRI — O instrumento mais versátil do telescópio, capaz de explorar uma grande variedade de comprimentos de ondas infravermelhas. Através de seus espectrógrafos (aparelhos que quebram a luz em diferentes cores), o equipamento permitirá a realização de um leque variado de estudos científicos;
MIRI (Fonte da imagem: Divulgação/NASA)
- NIRSpec — Capaz de utilizar três modos diferentes de espectrografia, o NIRSpec possibilita que astrônomos observem uma grande quantidade de objetos em campos repletos de estrelas e galáxias. Isso permite que, ao focar em uma região pequena das imagens capturadas, cientistas as estudem de forma bastante detalhada;
- FGS/NIRISS — Câmera de alta velocidade que ajuda a mudar o posicionamento do telescópio, também atuando no aumento de sua estabilidade. O dispositivo é capaz de capturar imagens no espectro semi-infravermelho e realizar diversas operações que envolvem espectrografia.
Novas tecnologias
Para que o James Webb Space Telescope consiga sobreviver às baixas temperaturas do espaço, foi necessário o desenvolvimento de um metal que não existe normalmente na natureza. Batizado como “unobtanium”, o material apresenta resistência suficiente para permanecer intacto em condições extremas, incluindo o estresse pelo qual o aparelho passará em seu lançamento.
Para chegar à descoberta, foi necessário que cientistas combinassem dois materiais compostos que resultaram em um sistema de fibra de carbono e resina de cianato de éster. Para montar as cerca de 900 peças que constituem o chassi do dispositivo, foi preciso usar encaixes de ligas de níquel, clipes especiais e placas construídas usando compostos complexos — tudo isso foi ligado com um material adesivo desenvolvido especialmente para as especificações do projeto.
(Fonte da imagem: Divulgação/NASA)
O resultado foi testado em uma câmera especial do Goddard Space Flight Center, na cidade norte-americana de Maryland. Lá, o satélite foi submetido a temperaturas de –400 °F (-204,4 °C) como forma de simular as condições reais em que ele vai operar — para a felicidade da equipe de engenheiros responsável pelo satélite, todos os instrumentos do dispositivo continuaram operando normalmente durante todos os testes realizados até o momento.
Para completar, o JWST vai contar com um escudo solar capaz de filtrar raios infravermelhos indesejados provenientes da Terra, da Lua e do Sol, também responsável por bloquear a radiação produzida pelos instrumentos do próprio satélite. Como o material usado no dispositivo seria suficiente para preencher a área ocupada por cinco quadras de tênis, foi preciso que a NASA criasse um modelo com 30% do tamanho do satélite para testar a tecnologia em uma câmera criogênica.
(Fonte da imagem: Divulgação/NASA)
Apesar dos avanços obtidos na construção do James Web Space Telescope, o dispositivo ainda não está totalmente completo. A NASA espera enviar a invenção para o espaço somente em 2018, caso o cronograma seguido por ela seja seguido à risca (a previsão inicial era a de que o telescópio estaria operando já em 2007).
Uma aposta arriscada
As diversas tecnologias empregadas na construção do James Webb Space Telescope, somadas ao tempo e dinheiro necessários para construí-lo, fazem com que o projeto se mostre extremamente arriscado para a NASA e as demais agências espaciais e empresas envolvidas. Caso o telescópio não seja bem-sucedido em seus objetivos, isso pode fazer com que o estudo da astronomia seja atrasado em uma geração.
“Acreditamos ser um fato que o lançamento do JWST vai ser um grande sucesso”, afirmou Michael Turner, cosmologista da Universidade de Chicago, à revista Nature. “Projetos estão sendo construídos ao redor disso”, complementou.
Diversos quesitos fazem com que o aparelho seja considerado por muitos a aposta mais arriscada já feita pela NASA. Entre eles, está o uso de diversas tecnologias que ainda não foram testadas de maneira extensiva, além do fato de que o aparelho deverá funcionar sem qualquer erro durante seus cinco anos inicias de operação — como ele estará a uma distância de 1,5 milhão de quilômetros da Terra, missões de manutenção estão totalmente fora de cogitação.
As apostas no sucesso do JWST se tornam ainda mais altas quando se leva em conta o fato de que a iniciativa está consumindo recursos originalmente destinados a outros projetos grandiosos. Missões de alta prioridade, como o Wide-Field Infrared Survey Telescope (destinado a estudar a matéria escura do universo), estão pausadas até que o telescópio substituto do Hubble seja enviado ao espaço.
(Fonte da imagem: Divulgação/NASA)
“Até lá, nossas projeções indicam que não seremos capazes de realizar grandes investimentos”, afirma Jon Morse, diretor da divisão de astrofísica da NASA. Para completar, como todos os telescópios operados pela agência espacial norte-americana e pela ESA devem chegar ao final de seus ciclos de vida nos próximos anos, se torna ainda mais importante que o James Webb Space Telescope seja bem-sucedido.
Custos astronômicos
O grande orçamento demandado pelo JWST pode trazer ainda mais riscos ao futuro do projeto, que teria que eliminar tecnologias e etapas de testes para diminuir seu custo total. Vale lembrar que foi devido a uma decisão semelhante que o Hubble apresentou uma rachadura em seu espelho, algo proveniente do fato de que o telescópio não havia sido testado em sua forma finalizada devido ao custo que isso representaria.
(Fonte da imagem: Divulgação/NASA)
“Com o JSWT, temos que fazer modelagens incrementais, que devem ser construídas e testadas em cada parte do processo, para só então prosseguir para uma nova etapa de montagem”, declarou à Nature Phil Sabelhaus, gerente de projeto do Goddard Space Flight Center. “Não estamos somente testando — também estamos provando nossa habilidade de modelar corretamente, que é a maneira como conseguimos avaliar o desempenho absoluto do JWST em órbita”, complementa.
“Há testes que são essenciais, e há aqueles que seria bom podermos fazer”, afirma Dessler. “Com algo dessa magnitude, há a tendência natural de conferir tudo duas ou três vezes, e talvez não sejamos capazes de financiar isso”. Apesar de reconhecer a situação, ele afirma que, no final das contas, pode não haver uma alternativa viável a esse processo lento e dispendioso, devido à aposta envolvida em lançar o dispositivo ao espaço sem ter certeza absoluta de que ele vai funcionar sem problemas.
Futuro seguro, por enquanto
A ambivalência é algo que marca todo o projeto de construção do JWST, e falhar não é uma opção para a equipe responsável pelo seu desenvolvimento. Embora uma revisão de custos feita em 2011 tenha garantido um orçamento total de US$ 8,7 bilhões para o projeto (sendo US$ 800 milhões voltados à manutenção de suas atividades durante cinco anos), ele ainda não está livre dos efeitos da opinião pública e de possíveis cortes orçamentários.
A NASA deve explicar seu novo plano de financiamento à presidência dos Estados Unidos no começo de 2013, afirmou um de seus representantes à BBC. Não se descarta a possibilidade de que a reunião resulte no cancelamento do projeto, porém existem poucas possibilidades de que isso venha a acontecer, devido às consequências internacionais que uma decisão do tipo deverá acarretar.
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Processo ainda é complicado e pouco rentável, mas empresa acredita em uso futuro
(Fonte da imagem: Reprodução/The Atlantic)
Em tempos de sustentabilidade e combate à emissão de gases poluentes, uma companhia britânica anunciou nesta quinta-feira (18) que já é capaz de produzir gasolina usando uma fórmula que, entre outras substâncias, utiliza o mesmo ar que respiramos como um dos “ingredientes”.
O processo criado pela empresa Air Fuel Synthesis ignora o que você aprendeu na escola sobre a formação milenar do petróleo, mas também é cheio de etapas: para começar, hidróxido de sódio é misturado com o dióxido de carbono (CO2) capturado da atmosfera. O carbonato de sódio produzido é eletrolisado e forma um CO2 mais puro.
Combinado com hidrogênio (resultado da captura de vapor de água por outro equipamento), ele se torna metanol – que passa por um reator combustível e vira a nossa gasolina. Se parece e cheira como o original, mas é bem menos danoso à natureza.
Nada de encher o tanque
Mas nem dá para se animar direito: desde agosto, a pequena usina da Air Fuel Synthesis foi capaz de produzir apenas cinco litros de gasolina feita a partir de ar.
Entre os planos para o futuro, está a construção de uma usina muito maior que sintetizaria até uma tonelada de gasolina por dia – e o uso de outras energias renováveis para fazer todo o equipamento funcionar, em vez de gastar com eletricidade.
fonte: http://www.tecmundo.com.br
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Novo material pode dar origem a lentes de contato indestrutíveis e cartilagens super-resistentes.
De acordo com o site Nature, pesquisadores da Universidade de Harvard desenvolveram uma nova membrana gelatinosa capaz de ser esticada até alcançar 20 vezes o seu tamanho sem se romper.
Membranas desse tipo são conhecidas como hidrogéis, sendo largamente utilizadas na fabricação de lentes de contato, por exemplo. Esses materiais são compostos por uma mistura de polímeros que absorvem grandes quantidades de água, dando a eles uma característica consistência gelatinosa. Contudo, os hidrogéis se rompem ao serem esticados e podem ser facilmente rasgados.
Inquebrável
A nova membrana desenvolvida pelos pesquisadores de Harvard combina dois polímeros diferentes — o alginato e a poliacrilamida, ambos capazes de formar hidrogéis normais — que, quando juntos, formam um material muito mais resistente devido à combinação química entre os dois componentes, que reforçam a estrutura da membrana quando esta é esticada.
Além de poder ser utilizada como “cama elástica” para bolas de ferro, os pesquisadores acreditam que essa nova membrana poderá ser útil na fabricação de lentes de contato indestrutíveis, para serem usadas em substituição a cartilagens humanas danificadas e até mesmo como sistema de suporte para o desenvolvimento de órgãos artificiais
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/29622-cientistas-desenvolvem-membrana-gelatinosa-quase-inquebravel.htm#ixzz25iC5U3c7
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quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Nem sempre economizar é a melhor saída. Entenda os motivos para isso e saiba qual é o melhor momento para trocar de celular.
A exigência dos aplicativos e dos consumidores faz com que os aparelhos fiquem muito abaixo das expectativas após algum tempo. Isso faz com que chegue um momento em nossas vidas em que fica claro que os smartphones precisam ser trocados. Mas quando é que esse tempo chega exatamente? Os celulares têm prazo de validade?
Na verdade, têm, pois as fabricantes precisam fazer com que os clientes continuem comprando seus aparelhos. Independente de qual seja a marca de seu celular, essa história vai acontecer com você. Mas como você pode saber quanto tempo seu aparelho poderá ficar com você? Confira agora mesmo nosso artigo, preparado especialmente para responder essa questão.
iPhone: o ciclo bianual da Apple
Empresas como a Samsung costumam lançar uma grande gama de aparelhos todos os anos, já a Apple limita-se ao lançamento de apenas um modelo de iPhone. Isso pode parecer uma estratégia ruim diante da concorrência, mas a verdade é que a Apple possui uma legião de clientes fiéis, que contam os dias para a chegada dos novos aparelhos.
Criando um ciclo anual, a empresa de Cupertino consegue manter os consumidores bem atrelados às novidades. Mas o principal fator desse modelo está nas mudanças gradativas de tecnologia. Pode-se dizer que um iPhone é feito para durar dois anos, visto que os aplicativos são geralmente criados para que possam rodar em várias versões do smartphone.
(Fonte da imagem: Divulgação/Apple)
O fato de a Apple ser a única fabricante envolvida no sistema também contribui para isso. Sem a concorrência com outras empresas, a empresa consegue forçar os desenvolvedores a não criarem softwares muito exclusivos. Um bom exemplo disso está na AppStore, que só começou a receber jogos que exigem os processadores dual-core agora, poucos meses antes da chegada do iPhone 5.
Por outro lado, o mercado brasileiro ainda oferece a versão 3GS do iPhone, que foi lançada em 2009. O aparelho está bastante defasado e já não garante bom desempenho para os jogos que estão sendo lançados recentemente. Quando falamos no iPhone 4, ainda há um certo período em que ele poderá suprir as necessidades dos consumidores, mas isso não deve durar muito tempo.
Android: o problema das versões
O Android é considerado um sistema operacional democrático, pois permite que usuários que podem gastar 200 reais e outros que podem gastar 2 mil reais utilizem o mesmo sistema operacional. “Espera aí! Isso não é bem assim”. Não mesmo! É claro que há muitas discrepâncias entre os aparelhos existentes nas diferentes faixas de preço mencionadas.
(Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)
Ainda hoje, muitos aparelhos estão nas lojas com versões defasadas do sistema operacional – o que inclui o Android 1.6, por exemplo. Eles funcionam muito bem para as funções básicas, mas a grande maioria dos aplicativos novos é incompatível com as versões. Por isso, se você comprar um deles, precisa saber que seu aparelho não vai durar muito – a menos que ele só seja usado para ligações e mensagens.
Outro fator está na disponibilização de atualizações. Quando o Android ganha uma nova versão, é preciso que as fabricantes de celulares liberem os arquivos de atualização para os consumidores. Isso pode gerar muitos incômodos, pois o atraso na liberação é bastante comum, tanto por causa das personalizações quanto pelo fato de não haver lucros sobre isso.
Também há muitos casos em que as empresas decidem não liberar as atualizações. Uma das razões para isso acontecer é o hardware dos aparelhos. Algumas fabricantes afirmam que o Android mais atualizado não rodaria com a configuração original do smartphone, por isso acabam forçando os consumidores a ficar com as versões antigas ou então a comprar novos celulares.
(Fonte da imagem: Divulgação/Motorola)
Pode-se dizer que os smartphones Android funcionam da mesma forma que os computadores mais potentes. Por causa do grande número de empresas envolvidas no mercado deles, um consumidor não consegue passar mais de seis meses com o aparelho mais forte que existe no mercado. Por outro lado, é possível ficar um ano sem precisar trocar, desde que você não seja muito exigente – e que compre um recente, é claro.
Windows Phone: vale a pena apostar?
O Windows Phone 7 chegou ao mercado muito depois que o Android e o iOS já estavam consolidados. Por essa razão, a Microsoft está tendo que correr contra o tempo para conseguir empresas parceiras e lançar uma boa gama de aparelhos nas lojas. Algumas fabricantes apostam no sistema operacional, mas será que os usuários podem fazer o mesmo?
Quando analisamos os principais aparelhos que existem com o sistema, realmente não há qualquer reclamação. Mas é preciso saber que ainda são poucos os aplicativos existentes que realmente chamam a atenção dos consumidores e que a loja de aplicativos do Windows Phone é bem menor do que a do iOS e do Android.
(Fonte da imagem: Divulgação/Nokia)
Outro ponto que deve ser analisado é a promessa do Windows Phone 8, que permitirá uma série de novos recursos para os aparelhos, inclusive o suporte a processadores de múltiplos núcleos. Com isso, os gadgets lançados até o momento ficarão defasados e, possivelmente, não suportarão os principais apps a serem lançados no futuro.
Vale lembrar que a Nokia está investindo pesado no sistema da Microsoft. A empresa finlandesa sempre foi reconhecida pela alta qualidade de seus aparelhos, sendo também elogiada por seus dispositivos Windows Phone que lançou até agora. Com a chegada da nova versão, certamente terá muito mais poder nas mangas.
Por essa razão, um celular com Windows Phone pode durar no máximo um ano, principalmente se os usuários quiserem se divertir com jogos mais pesados. Também devemos lembrar que é possível que a Nokia insira o sistema PureView nos próximos aparelhos Windows Phone, o que fará bastante diferença para os apaixonados por fotografia.
Quando vale a pena economizar?
Não é segredo que os smartphones ficam defasados com uma certa velocidade, mas não é sempre que alguém pode comprar um aparelho top de linha. Por isso, você precisa pensar bem antes de comprar um celular ou esperar um pouco até que o dinheiro seja suficiente. Se as suas necessidades são mais básicas, um modelo intermediário é uma boa solução – principalmente se você não quer jogos pesados.
Por outro lado, se você quer sempre os jogos mais modernos e precisa de um hardware mais poderoso, economizar não é uma boa ideia. Além disso, em muitos momentos quando a câmera for necessária, você pode acabar se irritando com a demora na inicialização do aplicativo referente a ela. Por isso, nesses casos é bom guardar um pouco mais de dinheiro para comprar um aparelho mais potente.
.....
Vale lembrar que as informações deste artigo não devem ser levadas como uma lei absoluta. Você precisa analisar a sua situação específica antes de decidir se precisa realmente trocar de aparelho ou se pode aguardar alguns meses até fazer isso.
FONTE: http://www.tecmundo.com.br/celular/28427-quanto-tempo-dura-um-smartphone-.htm#ixzz23hvTXU6r
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quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Saiba quanto tempo você poderá ficar com seu notebook antes que ele se torne totalmente defasado para suas necessidades.
Você está pensando em comprar um notebook novo? Então é bom prestar atenção em alguns detalhes muito importantes. Mais do que apenas analisar quantidade de memória e frequência máxima do processador, é preciso saber quanto tempo você quer ficar com ele. Exatamente, “por quanto tempo eu preciso ficar com esse notebook até que eu possa trocar novamente?” é uma pergunta que deve ser feita.
Infelizmente, os computadores não são eternos e, depois de algum tempo, as exigências da informática fazem com que eles fiquem muito abaixo das expectativas dos usuários. Por isso, preparamos algumas dicas que podem ajudar bastante quem quer trocar de computador portátil e não quer ficar na dúvida em relação a quanto tempo seu novo equipamento vai durar.
Um computador barato pode ser útil por mais de um ano?
Em primeiro lugar, é preciso diferenciar os computadores baratos dos computadores básicos. Todos os anos, as empresas de informática lançam máquinas que conseguem suprir as necessidades mais básicas de utilização – acesso à internet, elaboração e edição de documentos e algumas outras funções simples. Como fica claro, esses são os notebooks básicos.
Mas muitas lojas não retiram os notebooks de gerações anteriores das prateleiras, aproveitando para vendê-los por preços mais baixos. Em alguns casos, a diferença entre os dois tipos não é perceptível, mas, quando ocorre uma atualização da geração dos processadores, por exemplo, a história muda bastante. Em ambos os casos, é preciso ter em mente que o computador só vai durar mais de um ano se for utilizado para funções básicas.
Qualquer usuário que queira se divertir com games deve lembrar que um hardware fraco não será suficiente para rodar os jogos mais modernos. Atualmente, até mesmo jogos em Flash podem exigir um pouco mais de capacidade gráfica, sendo incompatíveis com computadores com chip de vídeo muito fraco.
Por outro lado, algumas aplicações usadas em ambientes profissionais são facilmente executadas nesse tipo de sistema. Deixando claro que estamos falando sobre aplicativos de escritório, não editores de vídeo, som ou imagem, que são muito mais pesados do que Word e Excel, por exemplo. Em resumo, podemos dizer que os notebooks mais simples podem sim ser úteis por mais de um ano, mas isso depende, principalmente, da utilização.
Configuração básica
- Processador: gerações anteriores de chips dual-core;
- Memória RAM: 2 GB;
- Memória de armazenamento: 320 GB;
- Chip de vídeo: Intel HD Graphics (ou similar onboard).
Configurações medianas podem suprir minhas necessidades?
Você já deve ter percebido que qualquer tipo de computador pode ser útil para um determinado grupo de pessoas, pois tudo depende da utilização de cada um. Com os notebooks de configurações medianas não seria diferente. Ao contrário do que acontece com os computadores mais básicos, os “medianos” podem rodar aplicativos mais pesados, mesmo que não nas configurações máximas.
Sem um chip gráfico de maior qualidade, é difícil que executem os games mais exigentes do mercado com o máximo da qualidade, mas, para os menos perfeccionistas, os resultados podem ser satisfatórios. Apesar de não ser possível deixar muitos aplicativos pesados abertos ao mesmo tempo, um notebook desse tipo não apresenta problemas para rodar aplicativos mais simples de edição de vídeos, mas está longe de ser o recomendado para um profissional.
Computadores com configurações medianas exigem muito mais cuidados dos usuários, sendo necessárias algumas ações de manutenção com frequência. A utilização de softwares destinados à limpeza de registro é sempre bem-vinda, e a constante desinstalação de softwares que deixaram de ser utilizados também se torna importante.
Pode-se dizer que o “prazo de validade” dos computadores medianos é a paciência dos usuários. Após algum tempo, os games surgem mais pesados e, mesmo com a menor qualidade gráfica, os notebooks deixam de ser úteis para essa finalidade. Por outro lado, ainda conseguem rodar outros aplicativos sem apresentar problemas.
Vale dizer que um usuário que só quer as funções mais básicas dos computadores pode encontrar nos notebooks de configuração mediana uma excelente opção. Assim, todas as suas atividades serão desempenhadas com ótima qualidade e sem qualquer problema nos momentos em que mais de um software estiver aberto – lembrando que isso pode durar vários anos.
Configuração mediana
- Processador: Intel Core i3 ou i5;
- Memória RAM: 4 GB;
- Memória de armazenamento: HD de 500 GB;
- Chip de vídeo: AMD Radeon 6400 ou NVIDIA GT 550M.
E um notebook de alto desempenho?
Você pode até pensar que os computadores de alto desempenho são os que terão maior durabilidade em suas mãos. Por contarem com configurações mais potentes, acabam deixando os usuários acostumados ao máximo da potência e precisam ser realmente “ferozes” para que não seja necessário trocar de notebook em pouco tempo.
Gamers raramente optam por notebooks por esse motivo. Além de serem mais caros do que computadores desktop, os portáteis oferecem muitas limitações para upgrades. Caso você queira trocar de placa de vídeo, na grande maioria dos casos você precisa trocar o notebook completo – visto que há, inclusive, limitações nas dimensões do aparelho.
Algumas das máquinas mais avançadas abandonaram a utilização de HDs, tendo o SSD como drive para o armazenamento. Isso faz com que a bateria seja economizada e garante um maior tempo de vida para ela – o que prolonga, também, o tempo de vida dos notebooks.
Configuração de alto desempenho
- Processador: Intel Core i7;
- Memória RAM: 8GB;
- Memória de armazenamento: HD de 1 TB ou SSD;
- Chip de vídeo: AMD Radeon 7970 ou NVIDIA GT 675M.
Mas, afinal, quanto tempo dura um notebook?
Nós já dissemos algumas vezes neste artigo e vamos repetir nas considerações finais: o tempo de vida útil de um notebook depende da utilização dele. E não apenas da manutenção, mas principalmente das exigências que os consumidores fazem sobre a máquina. O mais recomendado é sempre tentar comprar um computador que vá além das expectativas imediatas.
Ou seja, se você deseja um notebook para usar na faculdade, pense em um aparelho que possa suprir suas demandas por pelo menos dois anos. Se você quer um para jogos, terá que investir uma quantia maior para conseguir um computador que seja compatível com os games lançados em breve – sempre lembrando que upgrades em notebooks são muito complicados.
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/notebook/27672-quanto-tempo-dura-um-notebook-.htm#ixzz22OTleZKp
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sexta-feira, 27 de julho de 2012
Dispositivo interpreta o movimento dos globos oculares e pode gerar palavras e desenhos.
Você já imaginou que legal seria se fosse possível desenhar ou escrever usando apenas os olhos? Agora a invenção do cientista Jean Lorenceau tornou este “sonho” em realidade. Para isso, ele construiu um dispositivo que consegue interpretar o movimento dos olhos e criar números, desenhos e até mesmo cartas.
O aparelho já está sendo usado por Lorenceau e seus pacientes, e — como o cientista mesmo diz — esta é uma forma de pessoas com algum tipo de deficiência exteriorizarem todos os seus desejos, frustrações e emoções em geral.
O maior obstáculo para a construção deste sistema foi o fato de que os olhos nunca param de se movimentar, pois as pessoas controlam apenas alguns movimentos do globo ocular — ou seja, os olhos não são um “aparelho” preciso. Dessa maneira, não seria possível captar um comando que representasse uma letra, por exemplo.
Acidentalmente, Lorenceaul achou uma maneira de selecionar os movimentos voluntários do olho, resultando em uma ilusão de óptica chamada de “Reserve Phi Motion”. Com isso, é possível escrever até 20 caracteres por minuto depois de uma hora e meia de treino. Incrível, não?
Influência nos games
Uma invenção desse tamanho pode influenciar diversas áreas da sociedade, inclusive o mundo dos games. O Tecmundo inclusive já mostrou o primeiro passo para isso, mas o sistema de Lorenceau pode levar a jogabilidade com os olhos para outro patamar.
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quinta-feira, 19 de julho de 2012
Se render a todas as praticidades oferecidas pelos telefones móveis
pode vir com um alto preço: a sua privacidade.
Se você acreditava que as técnicas de espionagem high-tech eram exclusivas de espiões — sejam eles os “clássicos”, que usam sobretudo e chapéu, ou mesmo os ultrassecretos, como James Bond — e que você dificilmente teria alguma ligação com elas, saiba que todo este conceito foi mudado para algo que habitualmente você carrega no bolso: o seu celular.
Hoje, é cada vez mais comum que autoridades grampeiem os telefones móveis, registrando ligações, acompanhando mensagens e descobrindo os locais nos quais você esteve. E isso não acontece apenas com quem está envolvido diretamente com alguma situação suspeita.
Registros mostram que até as pessoas que não possuem nenhum relacionamento direto com algo ilegal podem ter seus celulares vigiados apenas por conhecerem ou terem sido vistas próximas de algum suspeito.
Além disso, tanto iPhones como Androids se tornaram os espiões mais comuns dos últimos anos — GPS, Foursquare, câmera e microfone são alguns dos itens que registram e apontam informações importantes, com dados que “vigiam” todos os seus passos. Conheça mais sobre esse mundo da “espionagem portátil” e como ela pode invadir a sua privacidade.
Mais tecnologia = menos privacidade
Os avanços tecnológicos não trazem somente mais comodidade e praticidade, eles facilitam (e muito) a troca de informações. Assim, é cada vez mais comum a compra e o uso de celulares, que, além de conectarem as pessoas, se tornaram minicomputadores, câmeras digitais e gravadores — detalhes que fizeram o uso de smartphones uma necessidade no dia a dia.
No entanto, este aumento considerável no número de telefones também se tornou um atrativo para as autoridades. Agora, é mais fácil conseguir os registros de ações de suspeitos — basta acessar os dados registrados pelas companhias telefônicas. E isso está se tornando um recurso bastante frequente.
A prova está no documento liberado este ano nos Estados Unidos. O relatório apresenta os altos números e os tipos de solicitações feitas por autoridades às operadoras de telefonia móvel — pedidos estes que eram justificados como recursos para “aplicação da lei”.
Celular 007: o verdadeiro agente secreto
Só no ano passado, agências policiais federais e estaduais americanas fizeram mais de 1,3 milhão de pedidos às operadoras visando obter os dados dos clientes. O documento ainda mostrou que, desde 2007, houve um aumento anual de 15 por cento deste tipo de solicitação.
Como era de se esperar, o FBI também é adepto da espionagem telefônica. Entre os dados liberados, foi apontado que mesmo a agência de investigação mais conhecida do mundo faz solicitações indevidas. Tanto que pedidos de vigia do FBI já foram negados e as companhias telefônicas chegaram a declarar que existem abusos no rastreamento telefônico por parte das autoridades.
Todo este quadro de irregularidades e invasões de privacidade apresenta outro grande dilema: quem vigia quem quanto à forma que as próprias autoridades utilizam os dados das operadoras? Estaremos tão expostos assim? Quem poderia nos salvar?
Constituição brasileira x espionagem
E não é somente na terra do Tio Sam que este tipo de dilema vem assombrando a privacidade telefônica dos cidadãos — os brasileiros também possuem bons motivos para estarem de olho neste assunto. Nas terras tupiniquins, novos exemplos de abuso quanto ao uso de escuta por parte das autoridades também são constantemente registrados. Em 2009, por exemplo, muitas dessas denúncias foram investigadas por uma CPI.
No nosso país, a Constituição já garante o sigilo das comunicações telefônicas dos brasileiros, mas, em casos que envolvam investigação criminal ou instrução processual penal, a quebra de tal privacidade pode ser determinada por um juiz. O problema é que, mesmo com uma lei (Lei 9.296/96) que regulamenta todo o funcionamento da quebra de sigilo, ainda há muitos questionamentos quanto a real eficácia da atual legislação.
Um bom exemplo disso está nos dados divulgados pela Comissão Parlamentar de Inquérito das Escutas Telefônicas Clandestinas. Apenas em 2007, por exemplo, 409 mil autorizações judiciais de captação e gravação de conversas telefônicas foram concedidas.
E é por esse motivo que a regulamentação brasileira quanto à “espionagem telefônica” é alvo de 23 projetos de deputados e de um projeto do Senado, que visam a reforma do Código de Processo Penal — agora, se todos eles sairão efetivamente do papel, já é outra história.
Monitorando todos os seus passos
Seu celular pode lhe oferecer muitos momentos de felicidade — lhe salvando de uma fila de espera com um jogo divertido, registrando as imagens de um passeio inesquecível e conectando você ao maravilhoso mundo da internet para ler o Tecmundo em qualquer lugar que estiver.
Mas saiba que tudo isso pode ter um preço não muito agradável: a sua privacidade. E não estamos falando apenas das informações registradas pelas companhias telefônicas, mas sim da espionagem feita pelo seu próprio telefone móvel — que pode estar registrando todos os seus passos sem você nem ao menos imaginar.
O Carrier IQ exemplifica bem isso. Ano passado, tal aplicativo causou furor entre diversas pessoas, pois foi comprovado que ele estava embutido em alguns aparelhos celulares verificando tudo o que o dono do dispositivo estava fazendo — mesmo este estando offline.
Trevor Eckhart foi o responsável por descobrir este “espião” que registrava cada tecla pressionada, além de compartilhar várias informações para fora do aparelho — muitos desses dados não possuíam nem a permissão de serem divulgados, como a localização da pessoa, por exemplo.
Tanto celulares com Android quanto com iOS entraram nessa “brincadeira”, e muitas companhias (Nokia, Apple, Samsung etc.) tiveram que se explicar e solucionar o problema. A questão, no entanto, é que tal “ameaça” pode ter sido contornada, mas nada impede que novos aplicativos espiões estejam infectando os dispositivos neste momento.
Moral da história: tudo isso acaba por nos mostrar o quão suscetíveis estamos (e o alto preço que pagamos) ao aderirmos à conectividade excessiva e ao mundo não tão transparente —para a maioria das pessoas, pelo menos — das tecnologias. Você estaria disposto a pagar por este preço?
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QUEM SAIU FORTALECIDO NESSAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS - https://youtube.com/watch?v=PjkboD-SA7w&is=RlQl5VHTdzRCqT3KHá 2 dias
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Dom Mariano participa da 56º Assembleia Geral dos Bispos - Os bispos do Brasil irão estão reunidos na 56ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (AG CNBB), que está acontecendo desde o dia ...Há 8 anos
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Quem é Mudança? - 24 de maio de 2014 às 8:10 - TG - Blog Thisa Galvão O PMDB vai insistir na palavra Mudança na campanha que está só começando. Mas, o cenário que está pos...Há 12 anos
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Diga Sim a Vida - A pequena Amelia é uma criança muito querida e amada agora, mas nem sempre foi assim. Filha do jovem casal Shannon Skinner, 20, e Anthony Hunt, ...Há 12 anos
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TESTANDO - Aos amigos, atenados em internet, "viciados" em notícias e curiosidades, política e etc. Estou ensaiando um retorno ao blog.Há 13 anos
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PASSEIO - Fortaleza-CE. Esse foi o destino do Grupo de Flautas Crianças crescendo com a música neste domingo, 21/07. O Grupo Tetracampeão no Festival de Pífaros e C...Há 13 anos
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Iª FAAS (Feirinha de Ciências do Alfredo Simonetti). - Hoje, (28/06/2013) o Alfredo Simonetti está realizado a Iª FAAS (Feirinha de Ciências do Alfredo Simonetti). Com o tema: "Criando e recriando na escola". E...Há 13 anos
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JOVEM DE 18 ANOS É MORTO DENTRO DE SUA RESIDENCIA EM UPANEMA. - Upanema registra mais um crime de homicídio. A cidade que antes era conhecida pela sua tranquilidade estar perdendo o titulo de cidade pacata. Depois dos ...Há 13 anos
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Prefeito Luiz Jairo e a Secretária de Educação Leonilde Sobral dão um passo significativo para histórica parceria com a Universidade Estadual - Neste dia 23/01, a Secretária de Educação Leonilde Sobral e o representante da Associação dos Universitários, Marinaldo, fizeram uma visita a Facul...Há 13 anos
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Curtas - *Gonzagão* Neste 13 de dezembro, comemorou-se o centenário do nascimento de Luiz Gonzaga, o rei Baião. Luiz Gonzaga é das figuras que colaborou com a conq...Há 13 anos
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Prefeitura informa programação para festividades de emancipação política - A Prefeitura Municipal de Upanema comunica que em virtude do decreto de emergência, que orienta para não contratação de bandas, e em virtude do estado de ...Há 14 anos
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